São Paulo - Que há uma onda de violência contra as agências bancárias não há dúvidas. Mas enquanto os bancos e o governo estadual discutem de quem é a responsabilidade, bancários e clientes correm risco de vida. A menina Priscila Aprígio está paraplégica, o vigilante Daniel Gomes morreu. Os dois são símbolos da insegurança que assola as agências bancárias e que no último dia 4 de junho atingiu também o engenheiro Carlos Augusto Abreu de Freitas, após uma tentativa de assalto.
Mas será que falta dinheiro aos banqueiros para investir em segurança? Não, não falta. Os 11 maiores bancos do país lucraram, somente no ano passado, quase R$ 26 bilhões. Mas milhares de agências não contam sequer com portas de segurança
que, apesar de incômodas, porque às vezes barram e chateiam os clientes, dificultam a ação dos assaltantes. Para piorar a situação, muitas agências não têm circuito interno de TV, outro item fundamental que afasta os bandidos, já que facilita a identificação dos marginais. Agora, graças à exigência dos sindicatos de trabalhadores, as empresas de segurança são obrigadas por lei a fornecer colete à prova de balas para seus vigilantes.
Mais que números - Assim, por culpa dos donos de bancos, que não se preocupam com a segurança dos seus clientes nem de seus funcionários, ir a uma agência bancária em São Paulo está se tornando a cada dia um risco maior. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) o número de assaltos a bancos entre 2004 e 2006 subiu de 487 para 1.053, um crescimento de 116%. Esse dado, no entanto, pode ser ainda maior já que, muitas vezes, os bancos sequer registram a ocorrência de assalto. A SSP, órgão do governo estadual, foi obrigado a rever seus números, que registravam menos da metade dos dados divulgados pela própria federação dos bancos e pela Polícia Civil. “Os bancos, por sua vez, não notificam assaltos para não chamar a atenção da mídia para o faroeste que se tomou conta das agências bancárias em São Paulo”, denuncia o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino.
Rio de Janeiro - Por incrível que pareça, a cidade do Rio de Janeiro, assolada há tempos pela violência do tráfico de drogas, registra menos assaltos a agências bancárias que a Grande São Paulo. A razão para isso é simples: praticamente todas as agências da cidade contam com portas de segurança já na calçada, que protegem inclusive os caixas eletrônicos. Em São Paulo não pode ser diferente.
EXTRAÍDO DO JORAL DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS : http://www.spbancarios.com.br/noticia.asp?c=5129
Isso tudo me faz lembrar aquela famosa frase : Pra quê facilitar se a gente pode complicar ...
Infelizmente existe aquela postura autoconfiante que a desgraça do vizinho não vai acontecer com ele. Não sei se é cultural, se é arrogância ou simples burrice!
O que importa é que o brasilieiro tem sim essa postura. Não usa cinto de segurança, não usa camisinha, acelera na chuva, dirige bêbado... enfim, faz tudo o que lhe pedem para não fazer, incluindo ir contra o bem público e critica medidas de segurança e ordem pública como as portas giratórias nos bancos.
A constante intransigência do "Ah, deixa pra lá" é uma máxima brasileira. Quando você fala : "Ei, é perigoso! Não faça isso", já ouve um "Até parece!" ...
Daí quando acontece um caso como esse, comenta : "Ah, coitado" ... e continua fazendo tudo errado ao invés de aprender com o erro. Acho que é isso, uma despreocupação, um descompromisso com a vida que faz com que as pessoas não dêem valor a ela. Ou simplesmente uma incapacidade de aprender!
Por mais que existam as grandes metrópoles, por mais que as cidades cresçam, a cultura brasileira ainda é interiorana, ainda é baseada na cultura campestre.
Temos o exemplo recente do rapaz que roubou uma ambulância para levar a esposa para o hospital. O motorista da ambulância se recusou a levar a esposa do rapaz ao hospital, o rapaz então resolveu roubar a ambulância... o motorista chamou a polícia, mas não explicou o motivo do roubo! A polícia parou o cidadão, como se o cara fosse um bandido qualquer! Na delegacia quando o rapaz finalmente explicou a situação, o próprio prefeito se revoltou com a situação... mas é assim, até ouvirem a verdade, agem como se todos fossem culpados, quando no Brasil existe uma coisa chamada princípio da inocência, como disse o nosso amigo acima.
Quer dizer, a pessoa precisa passar por tudo isso para conseguir ir para o hospital em uma emergência! Um direito! Cadê esse motorista filho da mãe que não quis cumprir seu dever?
Quem procura acha...
sexta-feira, 15 de junho de 2007
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Raíses ...
Rancho típico do Minho, Portugal, em atuação no areal de Ponte de Lima ...
Cá em cima tem um tiroliroliro...
cá em baixo tem um tirolirolairo ...
Ora Pois!
Cá em cima tem um tiroliroliro...
cá em baixo tem um tirolirolairo ...
Ora Pois!
domingo, 10 de junho de 2007
A noite em que fizemos contato ...
A noite oficial dos OVNIS no Brasil
No dia 19 de maio de 1986, cerca de 21 UFOs invadiram os céus brasileiros, tumultuando e interrompendo o tráfego aéreo de alguns locais do país. Várias estações de radares - incluindo aeroportos e o Cindacta, em Brasília (DF) - captaram os objetos. Diante da gravidade da situação, três caças Mirage e dois caças F-5E decolaram para a operação de interceptação dos possíveis UFOs.
Veja o vídeo com a reportagem do Fantástico de 1986 :
De acordo com as pesquisas realizadas na época pelo Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (INFA), muitos detalhes não divulgados puderam ser conhecidos: os UFOs se movimentavam em altas velocidades, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundos, mudavam constantemente de cor e de trajetória – faziam curvas em ângulos retos, de 90°, em altíssimas velocidades – subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam em outro lugar. O caça F-5E, que era seguido por 13 UFOs, fez um "looping", objetivando ficar de frente com dos artefatos, mas eles também fizeram um "looping" para trás do avião, frustrando a intenção do piloto com a manobra. Houve também comentários entre os oficiais que diziam que um objeto veio em alta velocidade e, repentinamente, parou, de forma que ficou em rota de colisão eminente com um dos aviões e deixando o piloto completamente apavorado. Mas, logo em seguida, o artefato disparou em alta velocidade, saindo da rota de colisão iminente.
A gravidade da situação foi tamanha, que obrigou o próprio Ministro da Aeronáutica na época, o então Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, a se pronunciar na imprensa, organizando inclusive uma coletiva onde os próprios pilotos ficaram disponíveis para dar entrevistas. Um fato histórico para a Ufologia brasileira: pela primeira vez, oficialmente, era admitido publicamente que vários UFOs invadiram o espaço aéreo do Brasil.

Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, então ministro da Aeronáutica:
– "Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica".
– "Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos".
– "Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre".
– "A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil".
– "É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros".
Coronel Ozires Silva, então presidente da Petrobrás:
– "Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área".
– "Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso".
– "Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade".
– "As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta".
– "Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada".
– "Está registrado em fitas pelo radar".
– "Não consegui identificar nada".
O Coronel Ozires Silva, posteriormente, escreveu o livro "Decolagem de um Sonho", na qual conta toda sua incrível trajetória aeronáutica, entre os quais a transformação da EMBRAER numa empresa altamente competitiva internacionalmente. Em seu livro, Ozires descreve o que viu na noite de 19 de maio de 1986. Para ver o testemunho de Ozires Silva, que ele registrou em seu livro, clique com seu mouse em DISCOS VOADORES EXISTEM? – este texto está no último capítulo de seu livro. O Coronel Ozires Silva ocupou vários cargos de destaque no Brasil, entre eles: presidência da EMBRAER, presidência da Petrobrás, Ministro da Infraestrutura no governo Collor e a presidência da VARIG.
Comandante Alcir Pereira da Silva, co-piloto
do avião Xingu PT-MBZ
01 – "Vimos luzes laranjas-avermelhadas" (O comandante foi o primeiro a ver as luzes).
02 – "Parecia uma estrela bem iluminada".
03 – "Informamos a torre de São José dos Campos que iríamos perseguir o objeto".
04 – "A única prova que temos é o registro deles no radar de nossa aeronave".
05 – "A luz desapareceu como se tivesse apagado instantaneamente".
06 – "Foi uma experiência incrível".
07 – "Eles voavam em grande velocidade".
Major-aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro
de Operação de Defesa Aérea (CODA)
01 – "Não temos condições técnicas operacionais para explicar".
02 – "O aparecimento e desaparecimento desses objetos nas telas dos radares são inexplicáveis".
03 – "São Movimentos Aéreos Não-Identificados (MANI)".
04 – "As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores, entre controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudadas para posteriores conclusões".
05 – "Os instrumentos técnicos usados para a identificação das luzes tiveram problemas para registrá-las".
06 – "O CODA acionou dois F-5E e três Mirages para identificarem os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo".
07 – "Fato semelhante aconteceu há 4 anos" (Caso Brito).
08 – "As luzes se movimentavam a uma velocidade entre 250 a 1.500 Km/h".
09 – "A Aeronáutica não dá o caso por encerrado".
Tenente Francisco Hugo N. Freitas,
Controle de Operações
01 – "Os objetos foram detectados pelos radares de Santa Cruz, Congonhas, Anápolis e Brasília".
02 – "Os radares detectaram 21 ecos no total".
03 – "Durante alguns instantes, o F-5E foi perseguido por 13 objetos".
04 – "O objeto deslocava da esquerda para a direita, parou e começou a deslocar-se no sentido oposto ao da aeronave".
Tenente-aviador Kleber Caldas Marinho, piloto
do primeiro F-5E a levantar vôo
01 – "Tive um contato visual e um contato com o meu radar de bordo de algo que parecia um ponto de luz, o qual estava distante 12 milhas à minha frente, distância esta também confirmada pelo radar de solo" (Sofreu interferências nos seus instrumentos de bordo).
02 – "O objeto se deslocava da esquerda para a direita, depois começou a subir".
03 – "O objeto variava de cor: verde, vermelha e branca. Predominava a cor branca".
04 – "O objeto estava a 10 km de altura e na velocidade acima de 1.000 km/h".
05 – "Segui até as 200 milhas sobre o oceano Atlântico" (Não conseguiu aproximar-se e nem identificar o objeto).
06 – "Não tive medo porque eu gosto do desconhecido".
Capitão-aviador Márcio Brisola Jordão, piloto
do segundo F-5E a levantar vôo
01 – "Próximo a São José dos Campos, o radar detectou vários contatos, dez a treze pontos, a vinte milhas de distância".
02 – "O céu estava limpo, mas eu não via nada".
03 – "O radar de solo foi informado a aproximação dos objetos: 20 milhas, 15, 10, 5, de repente havia 13 objetos atrás de minha aeronave, a 2 milhas de distância, seis de um lado e sete do outro, durante vários minutos. Após manobrar a aeronave, os objetos haviam desaparecido".
04 – "Não vi forma, não vi velocidade, não vi variação de altura e não mudou de cor".
05 – "Voou durante 01:20 hora".
06 – "Não tive medo porque não via nada me ameaçando".
Deve-se ressaltar que os pilotos de Mirage e F-5E são considerados os melhores do Brasil, pois fazem inúmeros cursos de especialização e jamais iriam confundir meteoros com OVNIs. Quando lemos o currículo dos pilotos que levantaram vôo naquela noite de 19 de maio, temos uma boa idéia da sua experiência profissional: 900 missões, 2.000 horas de vôo, e assim por diante. Aliás, só uma a cada quinhentas pessoas consegue tornar-se um piloto de caça da FAB.
Os aeronautas da aviação comercial do aeroporto de Cumbica, São Paulo, negaram-se a comentar o fato. A abordagem do tema OVNI pode representar muitos problemas para o profissional de aviação; temem represálias por parte da empresa.
O coronel Adalberto Resende Rocha, chefe do Centro de Relações Públicas do Gabinete do ministro da Aeronáutica, não permitiu que certas perguntas fossem respondidas, tais como autonomia e armamento das aeronaves, alegando serem de caráter sigiloso.
21 anos depois... e ainda sem respostas... e você? Acredita?
No dia 19 de maio de 1986, cerca de 21 UFOs invadiram os céus brasileiros, tumultuando e interrompendo o tráfego aéreo de alguns locais do país. Várias estações de radares - incluindo aeroportos e o Cindacta, em Brasília (DF) - captaram os objetos. Diante da gravidade da situação, três caças Mirage e dois caças F-5E decolaram para a operação de interceptação dos possíveis UFOs.
Veja o vídeo com a reportagem do Fantástico de 1986 :
De acordo com as pesquisas realizadas na época pelo Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (INFA), muitos detalhes não divulgados puderam ser conhecidos: os UFOs se movimentavam em altas velocidades, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundos, mudavam constantemente de cor e de trajetória – faziam curvas em ângulos retos, de 90°, em altíssimas velocidades – subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam em outro lugar. O caça F-5E, que era seguido por 13 UFOs, fez um "looping", objetivando ficar de frente com dos artefatos, mas eles também fizeram um "looping" para trás do avião, frustrando a intenção do piloto com a manobra. Houve também comentários entre os oficiais que diziam que um objeto veio em alta velocidade e, repentinamente, parou, de forma que ficou em rota de colisão eminente com um dos aviões e deixando o piloto completamente apavorado. Mas, logo em seguida, o artefato disparou em alta velocidade, saindo da rota de colisão iminente.
A gravidade da situação foi tamanha, que obrigou o próprio Ministro da Aeronáutica na época, o então Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, a se pronunciar na imprensa, organizando inclusive uma coletiva onde os próprios pilotos ficaram disponíveis para dar entrevistas. Um fato histórico para a Ufologia brasileira: pela primeira vez, oficialmente, era admitido publicamente que vários UFOs invadiram o espaço aéreo do Brasil.

Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, então ministro da Aeronáutica:
– "Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica".
– "Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos".
– "Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre".
– "A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil".
– "É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros".
Coronel Ozires Silva, então presidente da Petrobrás:
– "Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área".
– "Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso".
– "Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade".
– "As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta".
– "Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada".
– "Está registrado em fitas pelo radar".
– "Não consegui identificar nada".
O Coronel Ozires Silva, posteriormente, escreveu o livro "Decolagem de um Sonho", na qual conta toda sua incrível trajetória aeronáutica, entre os quais a transformação da EMBRAER numa empresa altamente competitiva internacionalmente. Em seu livro, Ozires descreve o que viu na noite de 19 de maio de 1986. Para ver o testemunho de Ozires Silva, que ele registrou em seu livro, clique com seu mouse em DISCOS VOADORES EXISTEM? – este texto está no último capítulo de seu livro. O Coronel Ozires Silva ocupou vários cargos de destaque no Brasil, entre eles: presidência da EMBRAER, presidência da Petrobrás, Ministro da Infraestrutura no governo Collor e a presidência da VARIG.
Comandante Alcir Pereira da Silva, co-pilotodo avião Xingu PT-MBZ
01 – "Vimos luzes laranjas-avermelhadas" (O comandante foi o primeiro a ver as luzes).
02 – "Parecia uma estrela bem iluminada".
03 – "Informamos a torre de São José dos Campos que iríamos perseguir o objeto".
04 – "A única prova que temos é o registro deles no radar de nossa aeronave".
05 – "A luz desapareceu como se tivesse apagado instantaneamente".
06 – "Foi uma experiência incrível".
07 – "Eles voavam em grande velocidade".
Major-aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro
de Operação de Defesa Aérea (CODA)
01 – "Não temos condições técnicas operacionais para explicar".
02 – "O aparecimento e desaparecimento desses objetos nas telas dos radares são inexplicáveis".
03 – "São Movimentos Aéreos Não-Identificados (MANI)".
04 – "As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores, entre controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudadas para posteriores conclusões".
05 – "Os instrumentos técnicos usados para a identificação das luzes tiveram problemas para registrá-las".
06 – "O CODA acionou dois F-5E e três Mirages para identificarem os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo".
07 – "Fato semelhante aconteceu há 4 anos" (Caso Brito).
08 – "As luzes se movimentavam a uma velocidade entre 250 a 1.500 Km/h".
09 – "A Aeronáutica não dá o caso por encerrado".
Tenente Francisco Hugo N. Freitas,Controle de Operações
01 – "Os objetos foram detectados pelos radares de Santa Cruz, Congonhas, Anápolis e Brasília".
02 – "Os radares detectaram 21 ecos no total".
03 – "Durante alguns instantes, o F-5E foi perseguido por 13 objetos".
04 – "O objeto deslocava da esquerda para a direita, parou e começou a deslocar-se no sentido oposto ao da aeronave".
Tenente-aviador Kleber Caldas Marinho, pilotodo primeiro F-5E a levantar vôo
01 – "Tive um contato visual e um contato com o meu radar de bordo de algo que parecia um ponto de luz, o qual estava distante 12 milhas à minha frente, distância esta também confirmada pelo radar de solo" (Sofreu interferências nos seus instrumentos de bordo).
02 – "O objeto se deslocava da esquerda para a direita, depois começou a subir".
03 – "O objeto variava de cor: verde, vermelha e branca. Predominava a cor branca".
04 – "O objeto estava a 10 km de altura e na velocidade acima de 1.000 km/h".
05 – "Segui até as 200 milhas sobre o oceano Atlântico" (Não conseguiu aproximar-se e nem identificar o objeto).
06 – "Não tive medo porque eu gosto do desconhecido".
Capitão-aviador Márcio Brisola Jordão, pilotodo segundo F-5E a levantar vôo
01 – "Próximo a São José dos Campos, o radar detectou vários contatos, dez a treze pontos, a vinte milhas de distância".
02 – "O céu estava limpo, mas eu não via nada".
03 – "O radar de solo foi informado a aproximação dos objetos: 20 milhas, 15, 10, 5, de repente havia 13 objetos atrás de minha aeronave, a 2 milhas de distância, seis de um lado e sete do outro, durante vários minutos. Após manobrar a aeronave, os objetos haviam desaparecido".
04 – "Não vi forma, não vi velocidade, não vi variação de altura e não mudou de cor".
05 – "Voou durante 01:20 hora".
06 – "Não tive medo porque não via nada me ameaçando".
Deve-se ressaltar que os pilotos de Mirage e F-5E são considerados os melhores do Brasil, pois fazem inúmeros cursos de especialização e jamais iriam confundir meteoros com OVNIs. Quando lemos o currículo dos pilotos que levantaram vôo naquela noite de 19 de maio, temos uma boa idéia da sua experiência profissional: 900 missões, 2.000 horas de vôo, e assim por diante. Aliás, só uma a cada quinhentas pessoas consegue tornar-se um piloto de caça da FAB.
Os aeronautas da aviação comercial do aeroporto de Cumbica, São Paulo, negaram-se a comentar o fato. A abordagem do tema OVNI pode representar muitos problemas para o profissional de aviação; temem represálias por parte da empresa.
O coronel Adalberto Resende Rocha, chefe do Centro de Relações Públicas do Gabinete do ministro da Aeronáutica, não permitiu que certas perguntas fossem respondidas, tais como autonomia e armamento das aeronaves, alegando serem de caráter sigiloso.
21 anos depois... e ainda sem respostas... e você? Acredita?
quarta-feira, 6 de junho de 2007
O que prometeram foi cumprido?
Repasso e se pudesse eu mesmo faria chegar à cada computador instalado
neste planeta, este manifesto. Pueril por ter sido lido (escrito) por
crianças, mas com uma força verbal de fazer ruborizar adultos
irresponsáveis.
Este merece TODA divulgação. Pena que só se tome conhecimento disso
pela ferramenta popular do Youtube e não pelos telejornais.
A jovem Severn Suzuki falando na Eco 92, Rio de Janeiro, Brasil
neste planeta, este manifesto. Pueril por ter sido lido (escrito) por
crianças, mas com uma força verbal de fazer ruborizar adultos
irresponsáveis.
Este merece TODA divulgação. Pena que só se tome conhecimento disso
pela ferramenta popular do Youtube e não pelos telejornais.
A jovem Severn Suzuki falando na Eco 92, Rio de Janeiro, Brasil
terça-feira, 5 de junho de 2007
H.P. Lovecraft e o Livro Maldito
H.P. Lovecraft foi um dos maiores escritores do gênero terror e fantástico de todos os tempos. Ainda hoje, quase um século depois de sua prematura morte, tem em figuras como Stephen King e Clive Barker seus admiradores.

Lovecraft nasceu e viveu quase toda sua vida em Providence, R.I. Teve uma vida simples do ponto de vista econômico, e de poucos amigos. Mas de uma correspondência espantosa, ao qual manifestava sua vida social contida. Ao longo destas correspondência e de seus escritos criou um conjunto de histórias ao qual foi denominada "Mitos de Cthulhu", parte mais significativa de sua obra. Um conjunto de narrativas fantásticas sobre terror e ficção científica que virou um grande mitologia. Além de Lovecraft, muitos outros autores se juntaram a ele, nomes como Robert E. Howard, Frank Belknap Long, Robert Block, Clark Ashton Smith e outros; formando um círculo o "Círculo de Lovecraft".

Embora admirado por escritores famosos da época e outros amadores; em vida não teve nenhum livro de capa dura publicado, apenas ensaios e contos curtos em revistas populares da época como a "Wreid Tales" - que posteriormente viria a ser muito reconhecida. Apenas alguns anos depois de sua morte, August Derleth e Donald Wandrei, amigos e admiradores de seu talento criaram uma editora, a "Arkham House" que começou a popularizar o autor. Mas sua grande popularidade só viria em meados da década de oitenta com RPG "Call of Cthulhu", baseado em uma de suas obras.
A História do Necronomicon - autoria H.P. Lovecraft

O título original era Al-Azif, azif era a palavra utilizada pelos árabes para designar o som noturno (produzido pelos insetos) que, se supunha, ser o uivo dos demônios. Escrito por Abdul Alhazared, um poeta louco de Sanná, no Yemen, que se supõem ter florescido durante o período dos califas Ommiade, perto de 700 A.C. Ele visitou as ruínas da Babilônia e os subterrâneos secretos de Memphis, e passou dez anos sozinho no grande deserto do sul da Arábia - o Roba El Khaliyeh ou "Espaço Vazio" dos antigos – o deserto "Dahna" ou "Crimson" dos árabes modernos, que se supõem habitado por espíritos malignos e monstros da morte. Deste deserto coisas estranhas e inacreditavelmente maravilhosas dizem esses que pretenderam penetrá-lo. Em seus últimos anos de vida Alhazred permaneceu em Damasco onde escreveu o Necronomicon (Al-Azif) e de sua morte final ou desaparecimento (738 A.C.) se cotam muitas coisas terríveis e contraditórias.

Ele é mencionado por Ebn Khallikan (biografo do século XII) conta que foi pego por um monstro invisível em plena luz do dia e devorado horrivelmente em presença de um grande número de testemunhas aterrorizadas. De sua loucura muitas coisas são ditas. Ele pretendia ter visitado a fabulosa Irem, ou Cidade dos Pilares, e haver encontrado abaixo das ruínas uma inominável cidade deserta os anais secretos de uma raça mais antiga que a humanidade. Ele era apenas um muçulmano não praticante, adorava entidades desconhecidas que ele chamava Yog-Sothoth e Cthulhu.
Em 950 A.C. o Azif, que havia circulado em secreto entre os filósofos da época, foi secretamente traduzido para o grego por Theodorus Philetas de Constantinopla com o título de Necronomicon. Durante um século e devido a sua influência provocou acontecimentos horríveis, até que foi proibido e queimado pelo patriarca Miguel. Desde então não temos mais que vagas referências do livro, mas (1228) Olaus Wormius encontra uma tradução latina posterior a Idade Média, e o texto em Latim foi impresso duas vezes – uma no século XV em letras góticas (evidentemente na Alemanha) e outrora no século XVII (provavelmente Espanha) ambas as edições existiam sem marca de identificação, e haviam sido datadas só por evidencia tipográfica. A obra (tanto latina quanto grega) foi proibida pelo Papa Gregório IX em 1232, pouco depois que sua tradução latina, fosse um poderoso foco de atenção.

O árabe original se perdeu na época de Wormius, tal como indicado no seu prefácio e nunca se viu a cópia grega (que foi impressa na Itália entre 1500 e 1550) desde que se incendiou a biblioteca de um colecionador particular de Salem em 1692. A tradução feita pelo dr. Dee nunca foi impressa, e existe apenas um fragmento recuperado do manuscrito original. Dos textos latinos agora existe um (século XV) está guardado no Museu Britânico, enquanto outra cópia (século XVII) está na Biblioteca Nacional de Paris. Uma edição do século XVII está na Widener Library em Harvard, e na Biblioteca da Universidade de Miskatonic em Arkham.

Além disto na Biblioteca da Universidade de Buenos Aires. Numerosas outras cópias provavelmente existem em segredo, e uma do século XV existe um rumor persistente que forma parte da coleção de um célebre milionário norte americano. Um rumor ainda vago acredita numa cópia do século XVI. O texto grego na família de Pickman em Salem; mas se isto foi assim preservado, isto desapareceu com o artista R.U. Pickman, que desapareceu cedo em 1926. O livro é severamente proibido pelas autoridades da maioria dos países, e por todo os ramos de organizações eclesiásticas. Sua leitura pode trazer terríveis conseqüências.
Cronologia
730 A.C Al Azif escrito em Damascus por Abdul Alhazred
950 A.C Traduzido para o grego como Necronomicon por Theodorus Philetas
1050 Queimado pelo Patriarca Miguel (i.e. texto grego) – Texto árabe é perdido.
1228 Olaus Wormius traduz do grego para o latim
1232... Edição latina (e grega). Proibida pelo Papa Gregório IX
14... Edição impressa em letras góticas (Alemanha)
15... Texto grego impresso na Itália.
16... Impressão hispânica do texto latino.
* * *

Lovecraft nasceu e viveu quase toda sua vida em Providence, R.I. Teve uma vida simples do ponto de vista econômico, e de poucos amigos. Mas de uma correspondência espantosa, ao qual manifestava sua vida social contida. Ao longo destas correspondência e de seus escritos criou um conjunto de histórias ao qual foi denominada "Mitos de Cthulhu", parte mais significativa de sua obra. Um conjunto de narrativas fantásticas sobre terror e ficção científica que virou um grande mitologia. Além de Lovecraft, muitos outros autores se juntaram a ele, nomes como Robert E. Howard, Frank Belknap Long, Robert Block, Clark Ashton Smith e outros; formando um círculo o "Círculo de Lovecraft".

Embora admirado por escritores famosos da época e outros amadores; em vida não teve nenhum livro de capa dura publicado, apenas ensaios e contos curtos em revistas populares da época como a "Wreid Tales" - que posteriormente viria a ser muito reconhecida. Apenas alguns anos depois de sua morte, August Derleth e Donald Wandrei, amigos e admiradores de seu talento criaram uma editora, a "Arkham House" que começou a popularizar o autor. Mas sua grande popularidade só viria em meados da década de oitenta com RPG "Call of Cthulhu", baseado em uma de suas obras.
A História do Necronomicon - autoria H.P. Lovecraft

O título original era Al-Azif, azif era a palavra utilizada pelos árabes para designar o som noturno (produzido pelos insetos) que, se supunha, ser o uivo dos demônios. Escrito por Abdul Alhazared, um poeta louco de Sanná, no Yemen, que se supõem ter florescido durante o período dos califas Ommiade, perto de 700 A.C. Ele visitou as ruínas da Babilônia e os subterrâneos secretos de Memphis, e passou dez anos sozinho no grande deserto do sul da Arábia - o Roba El Khaliyeh ou "Espaço Vazio" dos antigos – o deserto "Dahna" ou "Crimson" dos árabes modernos, que se supõem habitado por espíritos malignos e monstros da morte. Deste deserto coisas estranhas e inacreditavelmente maravilhosas dizem esses que pretenderam penetrá-lo. Em seus últimos anos de vida Alhazred permaneceu em Damasco onde escreveu o Necronomicon (Al-Azif) e de sua morte final ou desaparecimento (738 A.C.) se cotam muitas coisas terríveis e contraditórias.

Ele é mencionado por Ebn Khallikan (biografo do século XII) conta que foi pego por um monstro invisível em plena luz do dia e devorado horrivelmente em presença de um grande número de testemunhas aterrorizadas. De sua loucura muitas coisas são ditas. Ele pretendia ter visitado a fabulosa Irem, ou Cidade dos Pilares, e haver encontrado abaixo das ruínas uma inominável cidade deserta os anais secretos de uma raça mais antiga que a humanidade. Ele era apenas um muçulmano não praticante, adorava entidades desconhecidas que ele chamava Yog-Sothoth e Cthulhu.
Em 950 A.C. o Azif, que havia circulado em secreto entre os filósofos da época, foi secretamente traduzido para o grego por Theodorus Philetas de Constantinopla com o título de Necronomicon. Durante um século e devido a sua influência provocou acontecimentos horríveis, até que foi proibido e queimado pelo patriarca Miguel. Desde então não temos mais que vagas referências do livro, mas (1228) Olaus Wormius encontra uma tradução latina posterior a Idade Média, e o texto em Latim foi impresso duas vezes – uma no século XV em letras góticas (evidentemente na Alemanha) e outrora no século XVII (provavelmente Espanha) ambas as edições existiam sem marca de identificação, e haviam sido datadas só por evidencia tipográfica. A obra (tanto latina quanto grega) foi proibida pelo Papa Gregório IX em 1232, pouco depois que sua tradução latina, fosse um poderoso foco de atenção.
O árabe original se perdeu na época de Wormius, tal como indicado no seu prefácio e nunca se viu a cópia grega (que foi impressa na Itália entre 1500 e 1550) desde que se incendiou a biblioteca de um colecionador particular de Salem em 1692. A tradução feita pelo dr. Dee nunca foi impressa, e existe apenas um fragmento recuperado do manuscrito original. Dos textos latinos agora existe um (século XV) está guardado no Museu Britânico, enquanto outra cópia (século XVII) está na Biblioteca Nacional de Paris. Uma edição do século XVII está na Widener Library em Harvard, e na Biblioteca da Universidade de Miskatonic em Arkham.

Além disto na Biblioteca da Universidade de Buenos Aires. Numerosas outras cópias provavelmente existem em segredo, e uma do século XV existe um rumor persistente que forma parte da coleção de um célebre milionário norte americano. Um rumor ainda vago acredita numa cópia do século XVI. O texto grego na família de Pickman em Salem; mas se isto foi assim preservado, isto desapareceu com o artista R.U. Pickman, que desapareceu cedo em 1926. O livro é severamente proibido pelas autoridades da maioria dos países, e por todo os ramos de organizações eclesiásticas. Sua leitura pode trazer terríveis conseqüências.
Cronologia
730 A.C Al Azif escrito em Damascus por Abdul Alhazred
950 A.C Traduzido para o grego como Necronomicon por Theodorus Philetas
1050 Queimado pelo Patriarca Miguel (i.e. texto grego) – Texto árabe é perdido.
1228 Olaus Wormius traduz do grego para o latim
1232... Edição latina (e grega). Proibida pelo Papa Gregório IX
14... Edição impressa em letras góticas (Alemanha)
15... Texto grego impresso na Itália.
16... Impressão hispânica do texto latino.
* * *
quarta-feira, 30 de maio de 2007
SALVE A OFICINA DO PERDIZ !!
29 de Maio de 2007.
Movimento pela manutenção do Espaço Cultural Oficina do Perdiz na 708/709 Norte, Brasília - DF.
A oficina foi fundada em 1966 por José Perdiz e a partir de 1988 abriu suas portas também para o teatro, a música e as artes plásticas
-----------------------------
BRASÍLIA É JOVEM E, COMO TODO JOVEM, TEM DE TER BOA MEMÓRIA!
AJUDEM A CONSTRUIR A HISTÓRIA DA CIDADE ONDE VOCÊ NASCEU OU ESCOLHEU PARA VIVER!
PELA MANUTENÇÃO DO TEATRO OFICINA DO PERDIZ!!!!
-----------------------------
BUNKER DE RESISTÊNCIA CONTRA A DERRUBADA DA OFICINA DO PERDIZ.
AGORA A COISA É SÉRIA!!!!!
Muito se falou sobre a derrubada da Oficina do Perdiz. Houve inclusive uma tentativa, mas graças à ação de algumas pessoas, não passou disso, e a Oficina tem sobrevivido até então, recebendo vários espetáculos.
O documentário contando sua história, ganhou o prêmio de melhor filme na categoria documentário no último Festival de Cinema de Brasília.
Hoje, às vésperas de receber José Celso Martinez ( um outro José das artes, assim como o nosso, que também possúi um teatro oficina, só que em São Paulo), o Senhor José Perdiz, recebeu uma notificação do GDF para desocupar a área em cinco dias úteis.
Não podemos deixar que isso aconteça!!!
Brasília só tem a perder com isso, pois a memória da cidade será jogada pelo ralo. E você pode fazer algo para ajudar a permanência da Oficina no local.
PELA MANUTENÇÃO DO TEATRO OFICINA DO PERDIZ!!!!
Movimento pela manutenção do Espaço Cultural Oficina do Perdiz na 708/709 Norte, Brasília - DF.
A oficina foi fundada em 1966 por José Perdiz e a partir de 1988 abriu suas portas também para o teatro, a música e as artes plásticas
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BRASÍLIA É JOVEM E, COMO TODO JOVEM, TEM DE TER BOA MEMÓRIA!
AJUDEM A CONSTRUIR A HISTÓRIA DA CIDADE ONDE VOCÊ NASCEU OU ESCOLHEU PARA VIVER!
PELA MANUTENÇÃO DO TEATRO OFICINA DO PERDIZ!!!!
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BUNKER DE RESISTÊNCIA CONTRA A DERRUBADA DA OFICINA DO PERDIZ.
AGORA A COISA É SÉRIA!!!!!
Muito se falou sobre a derrubada da Oficina do Perdiz. Houve inclusive uma tentativa, mas graças à ação de algumas pessoas, não passou disso, e a Oficina tem sobrevivido até então, recebendo vários espetáculos.
O documentário contando sua história, ganhou o prêmio de melhor filme na categoria documentário no último Festival de Cinema de Brasília.
Hoje, às vésperas de receber José Celso Martinez ( um outro José das artes, assim como o nosso, que também possúi um teatro oficina, só que em São Paulo), o Senhor José Perdiz, recebeu uma notificação do GDF para desocupar a área em cinco dias úteis.
Não podemos deixar que isso aconteça!!!
Brasília só tem a perder com isso, pois a memória da cidade será jogada pelo ralo. E você pode fazer algo para ajudar a permanência da Oficina no local.
PELA MANUTENÇÃO DO TEATRO OFICINA DO PERDIZ!!!!
Apaixone-se !
Recebi esse texto por email ... é bonitinho e vou compartilhar com vocês!
“Apaixone-se definitivamente pelo seu sonho (o sonho de ninguém deve ser mais importante que o seu).
Apaixone-se por sua família (mesmo que ela não seja do jeito que você planejou, ainda assim, ela á sua família).
Apaixone-se pelo seu talento (mesmo que seu critico insista para você escolher realizar outras coisas, mais “convenientes”).
Apaixone-se mais pela viagem do que pela chegada a seu destino (a primeira é garantida....).
Apaixone-se pelo seu corpo (mesmo que ele esteja fora de forma, pois ele é e a única coisa que você realmente possui).
Desapaixone-se de seus medos... eles minam sua alegria de viver.
Apaixone-se pelas suas memórias mais deliciosas (ninguém pode tira-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor).
Apaixone-se por aquelas besteiras saudáveis que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse (elas ajudam a sobreviver).
Apaixone-se por alguém (não espere alguém se apaixonar antes por você).
Apaixone-se pela dança da vida que ta sempre em movimento dentro da gente, mas que, por defesas, nós teimamos em algemar.
Apaixone-se mais pelo significado da coisas que você conquistar do que pelo seu valor material.
Apaixone-se por suas idéias (mesmo que tenham dito que elas não serviam pra nada). Apaixone-se por seus pontos fortes (mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no cérebro).
Apaixone-se pela idéia de ser verdadeiramente feliz!!!
Que você tenha pernas e músicas para dançar noites inteiras. Esqueça os anos que passaram. Lembre-se que a felicidade está nas suas mãos... que a felicidade só é “objetivo” para os infelizes. A felicidade tem de ser o caminho, o jeito de fazer as coisas. Escreva poesias. Durma em todos os
cantos, nunca desista de um sonho. Seu futuro é o que você tem de mais importante, e aposte tudo nele, menos o presente. Com certeza, daqui a alguns anos você esteja fazendo algo que nunca imaginou, talvez esteja numa hidromassagem ou talvez num caixão. E de nada vai valer o dinheiro que você pensa em ganhar. Arranje alguém para beijar. Se você gostar, pode ser para
namorar. Se não der certo, jogue a moeda de novo. Tudo é cara ou coroa, pode acontecer ou não. Chore. Chorar limpa os olhos, os ouvidos e o sono. Algumas pessoas acordam na manha seguinte e nem lembram porque choraram. Em dois mil e sete, seja mais simples que em dois mil de seis. Pense menos. Cometa novos erros, acredite em novas mentiras, apaixone-se por novas pessoas. Confesse que esta amando, e que não está. Faça qualquer coisa que não seja a mesma. E a única certeza que pode haver é que a vida é curta, muito curta.” – Se fosse assim tão fácil.
“Apaixone-se definitivamente pelo seu sonho (o sonho de ninguém deve ser mais importante que o seu).
Apaixone-se por sua família (mesmo que ela não seja do jeito que você planejou, ainda assim, ela á sua família).
Apaixone-se pelo seu talento (mesmo que seu critico insista para você escolher realizar outras coisas, mais “convenientes”).
Apaixone-se mais pela viagem do que pela chegada a seu destino (a primeira é garantida....).
Apaixone-se pelo seu corpo (mesmo que ele esteja fora de forma, pois ele é e a única coisa que você realmente possui).
Desapaixone-se de seus medos... eles minam sua alegria de viver.
Apaixone-se pelas suas memórias mais deliciosas (ninguém pode tira-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor).
Apaixone-se por aquelas besteiras saudáveis que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse (elas ajudam a sobreviver).
Apaixone-se por alguém (não espere alguém se apaixonar antes por você).
Apaixone-se pela dança da vida que ta sempre em movimento dentro da gente, mas que, por defesas, nós teimamos em algemar.
Apaixone-se mais pelo significado da coisas que você conquistar do que pelo seu valor material.
Apaixone-se por suas idéias (mesmo que tenham dito que elas não serviam pra nada). Apaixone-se por seus pontos fortes (mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no cérebro).
Apaixone-se pela idéia de ser verdadeiramente feliz!!!
Que você tenha pernas e músicas para dançar noites inteiras. Esqueça os anos que passaram. Lembre-se que a felicidade está nas suas mãos... que a felicidade só é “objetivo” para os infelizes. A felicidade tem de ser o caminho, o jeito de fazer as coisas. Escreva poesias. Durma em todos os
cantos, nunca desista de um sonho. Seu futuro é o que você tem de mais importante, e aposte tudo nele, menos o presente. Com certeza, daqui a alguns anos você esteja fazendo algo que nunca imaginou, talvez esteja numa hidromassagem ou talvez num caixão. E de nada vai valer o dinheiro que você pensa em ganhar. Arranje alguém para beijar. Se você gostar, pode ser para
namorar. Se não der certo, jogue a moeda de novo. Tudo é cara ou coroa, pode acontecer ou não. Chore. Chorar limpa os olhos, os ouvidos e o sono. Algumas pessoas acordam na manha seguinte e nem lembram porque choraram. Em dois mil e sete, seja mais simples que em dois mil de seis. Pense menos. Cometa novos erros, acredite em novas mentiras, apaixone-se por novas pessoas. Confesse que esta amando, e que não está. Faça qualquer coisa que não seja a mesma. E a única certeza que pode haver é que a vida é curta, muito curta.” – Se fosse assim tão fácil.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
::Guia Prático do Blog Intelectual ::
O seu blog anda meio desanimadinho???
Você não aguenta mais escrever sempre os mesmos posts???
Pior... ninguém aguenta mais LER os mesmos posts???
Ninguém mais coloca comentários, e quando coloca, é propaganda de provedor???
Sua conta de estatísticas foi fechada por inatividade???
Chegou a solução:
As 8 Atitudes de um Blog Intelectual!!!
O guia do blogueiro que não tem nada a dizer.
Esté é o único guia prático de blogs intelectuais aprovado pelo Paulo Coelho.
Imperdível!
1 - Nome Do Blog:
O nome do blog intelectual deve ter pelo menos 17 sentidos diferentes. Algo eternamente belo para apaixonados, incrívelmente sensível para suicidas ou exatamente aquilo que os práticos sempre pensaram. Para cada pessoa uma interpretação. Sempre incompleta, é claro. Caso você não seja capaz dessa proeza linguística, pense uma palavra qualquer e traduza para o alemão. Pronto! Você já tem o nome do seu blog intelectual.
2 - Layout do Blog:
Não use imagens. Não use cores. O fundo deve ser branco com fonte times new roman preta. Use no máximo fontes em negrito nos títulos, ou se você for muito ousado, underline. Quanto mais seu blog ficar parecido com um editorial financeiro do New York Times melhor. Qualquer artifício visual pode desviar o leitor do verdadeiro foco do seu blog.
3 - Perfil do Blogueiro:
Existem várias alternativas para adotar e tornar-se um verdadeiro blogueiro intelectual:
1) Seja depressivo. Veja sempre o lado ruim das coisas. Sempre que possivel, deixe bem claro o quão solitário é... mostre ao mundo quanto toda essa medíocridade a sua volta o deprime. Uma boa dica para o blogueiro intelectual deprimido é passar alguns períodos sem postar nenhuma mensagem... isso gera certa apreensão mórbida no seu público leitor.
2) Seja neurótico. Ser neurótico é chique. Pessoas não neuróticas tendem a ser obesas, lentas e passivas. Já os neuróticos reagem com maior intesidade às adversidades. Mesmo que não sejam exatamente adversidades. Para mostrar-se um blogueiro intelectual neurótico fervoroso, deixe bem claro o quanto as pequenas coisas o irritam. O trânsito... os flanelinhas... os idosos que não pagam ônibus... os atendentes do Mc Donald´s...
3) Seja crítico. Sim... critique tudo! Desde o processo de globalização até a peça de teatro infantil da filha da enteada da sua vizinha. Para poder posicionar-se perfeitamente como um blogueiro intelectual crítico de primeira é importante saber que existem dois tipos básicos de intelectuais... os que criam... e os que criticam. Caso você não se encaixe no primeiro caso. Não vacile. Caia de cabeça no segundo.
4) Seja sensível. Não adianta ser um intelectual sem coração. Mostre que você tem sentimentos. Você é um ser humano... você pensa... e justamente por pensar... você chora. Chora pelos corais do Pacífico. Chora pelo o que a sociedade tornou o Fernandinho Beira Mar. Chora pelo amor não correspondido à Lara Flynn Boyle. Chore apenas por coisas irreparáveis, caso contrário sua sensibilidade terá sido em vão.
5) Dicas gerais de postura intelectual:
- Nunca poste mensagens antes da 1:00AM.
- Sempre que possível, poste o maior número de mensagens entre sexta-feira a noite e domingo de manhã.
- De tempos em tempos escreva algo que nem você entenda, por exemplo: "A massa do eu é um todo complexo e coeso". Mostra que você é uma pessoa complexa... cheia de pensamentos multifacetados.
- Fale palavrões. Depois de um longo texto sobre intolerância religiosa, por exemplo, termine com um 'foda-se'. Dá muito mais força aos seus argumentos. Mostra convicção.
4 - Títulos dos Posts:
Jamais... entenda bem... JAMAIS coloque um título de post com menos de 9 palavras, sendo que destas, 3 devem ser quadrissílabas. É imperativo que contenha pelo menos um nome próprio, de preferência composto. Nomes estrangeiros são muito bem recebidos. Alguns títulos de post bem sucedidos: "A verdadeira psicodinâmica das cores complementares segundo as variantes trinomiais de Ludwig Van Helsing", "Uma breve análise do parnasianismo espanhol sob o prisma do pré-modernismo da Tchecoslováquia pós-guerra"
5 - Conteúdo:
O conteúdo é o item mais importante para que seu blog seja comentando nos altos círculos literários. Geralmente, você pode falar o que bem entender, pois o blog é seu e os visitantes são consequência. Porém existem alguns assuntos de interesse geral, que bem explorados, podem prender a atenção de seus leitores por mais de 20 linhas:
Cinema: É um ótimo tema potencial para blogs intelectuais. O primeiro passo é deixar bem claro aos seus leitores que você assiste a um filme exatamente como um cardiologista assiste a um cateterismo. Isso feito, escolha um repertório de filmes não-americanos jamais vistos fora dos circuitos alternativos de cinema. Quanto mais distante geograficamente for o país de origem do filme em questão, melhor a crítica. Filmes iranianos ou chineses são uma ótima pedida. Faça sempre que possível referências ao DOGMA, exaltando-o como movimento expressivo do cinema mundial. Se você preferir falar do mundano cinema americano, faça comentários do tipo: "A edição de Titanic é maravilhosa" ou "A direção de arte de Matrix deixa um pouco a desejar".
Notícias: É importante que seu blog tenha dinamismo, e acima de tudo, mostre que você é uma pessoa atualizada nos mais diversos assuntos. Você pode facilmente agregar várias informações valiosas às notícias do dia-a-dia. Por exemplo, ao dar o resultado de um jogo Corinthians 3 x Palmeiras 1, você não precisa falar apenas do desempenho dos centro-avantes, mas pode elaborar uma grandiosa dissertação sobre o futebol como ferramenta de alienação do povo.
Poesia: Definitivamente, um blog intelectual sem poesia não é um blog intelectual. Infelizmente, poesia não é para qualquer um... mesmo intelectuais. Caso você não consiga fazer mais do que versos de 'coração', 'paixão' e 'violão', existe uma solução simples e prática para tornar-se um poeta efetivo.
1) Pegue um dicionário da língua portuguesa.
2) Sorteie uma página aleatóriamente.
3) Feche os olhos e com a ponta do dedo indicador escolha uma palavra qualquer.
4) Anote-a... repita esse processo quantas vezes achar necessário e ao final, coloque-as todas no seu blog separadas por reticências.
O resultado ficará parecido com: familiar... mandato... propalar... colocíntede... punibilidade... trituramento... infieldade... surto... alcaboz... áspide... defendente... oreógrafo...
Não se preocupe em encontrar algum significado. Seus leitores com certeza encontrarão.
6- Serviços:
Para aumentar a audiência do seu blog, você pode prestar alguns servíços ao seu público cativo. Um ótimo exemplo de serviço é um calendário de eventos culturais. Além de passar valiosas dicas de lazer aos seus leitores, você mostra que está a par do cenário cultural de sua região. Exemplo: "Galera! Hoje a noite vai ter o show solo Terra, Raízes e Sentimento do percussionista Duca Mirandinha. Vai ser demais! Quero ver todo mundo lá, hein?"
7 - Links para blogs de amigos:
Depois que notarem a riqueza intelectual do seu blog, centenas de amigos irão pedir que coloque um link para seus sites. NEGUE! Caso contrário você terá uma infinidade de blogs inúteis ligados ao seu, cheios de bobagens como receitas de muquecas de camarão ou resultados parciais do Brasileirão. Considerando que intelectual não necessariamente é mal educado, seja polido e diga aos seus amigos que existe um incompatibilidade editorial (tm Jodie) entre os blogs, impossibilitando assim a troca de links. Caso você queira expandir os horizontes do seu blog, coloque links para sites de outros intelectuais tão ilustres quanto você, por exemplo, Stephen Hawkins, Thomas H. Davenport ou Paul Kogan.
8 - Comentários:
Este é um erro muito comum entre os blogs intelectuais. De nada adianta você fazer um post de trezentas linhas fazendo parelelos entre 11 de setembro e o surrealismo francês e ter sua lista de comentários cheia de pérolas como: "AEEE MANU!!! MANDO BEM!!!! VC RLZ AS TETA !!!!" ou "Oi Má !!! É a Cá !!! Muito fofo esse seu blog, viu??? Te vejo no shopping !!! Bjos MIL !!!!". Somente um comentário desses e sua vida de blogueiro intelectual está seriamente comprometida.
terça-feira, 18 de janeiro de 2005
Para Tiago Krug
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja aquilo que você quer ser
Porque você possui apenas uma vida,
e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que
se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
As dificuldades são para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
O futuro mais brilhante,
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida,
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta,
mas as emoções que podemos deixar,
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar,
porque um belo dia se morre.
... sonhar bem alto é quase um passo para levantar vôo...
Quais são os seus sonhos?
Seja aquilo que você quer ser
Porque você possui apenas uma vida,
e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que
se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
As dificuldades são para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
O futuro mais brilhante,
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida,
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta,
mas as emoções que podemos deixar,
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar,
porque um belo dia se morre.
... sonhar bem alto é quase um passo para levantar vôo...
Quais são os seus sonhos?
segunda-feira, 10 de janeiro de 2005
Das filisóficas!
Pessoas loucas como eu,
vivem pouco...
mas vivem como querem
.
.
.
Quem disse q dinheiro
naum traz felicidade eh pq
nunca teve dinheiro.
.
.
.
Se não for ajudar;
Atrapalhe;
O importante é
Participar.
.
.
.
.
.
Tranquilidade aos que merecem, paz aos que prescisam, consciência aos que não tem, inteligencia a todos. Este é meu desejo...
.
..
...e viva a lógica.
..
.
Essa é a vida;
é não sonhar acordado, e não ter limites enquanto sonha.
-
.
-
.
...uma máscara que sirva para um rosto,
mil máscaras que não servem para explicar esta uma,
um rosto que se esconde com esta máscara,
um rosto que usa mil máscaras,
um rosto que não se explica,
uma máscara que cai,
mil rostos que também caem,
mil rostos com a mesma máscara,
mil rostos quew não se explicam,
tente explicar e vai ter perdido tempo,
tente explicar e reforce sua máscara,
reforce sua máscara e descubra o teu rosto,
teu rosto é uma máscara, que se adaptou,
se adaptou ao cotidiano e a ilusão,
todo dia é um reforço,
acredite que não é verdade e reforce,
cada qual com sua máscara,
cada qual e seus reforços, "suas mentiras",
aceite, você é uma máscara,
você é uma mentira
vivem pouco...
mas vivem como querem
.
.
.
Quem disse q dinheiro
naum traz felicidade eh pq
nunca teve dinheiro.
.
.
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Se não for ajudar;
Atrapalhe;
O importante é
Participar.
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Tranquilidade aos que merecem, paz aos que prescisam, consciência aos que não tem, inteligencia a todos. Este é meu desejo...
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..
...e viva a lógica.
..
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Essa é a vida;
é não sonhar acordado, e não ter limites enquanto sonha.
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...uma máscara que sirva para um rosto,
mil máscaras que não servem para explicar esta uma,
um rosto que se esconde com esta máscara,
um rosto que usa mil máscaras,
um rosto que não se explica,
uma máscara que cai,
mil rostos que também caem,
mil rostos com a mesma máscara,
mil rostos quew não se explicam,
tente explicar e vai ter perdido tempo,
tente explicar e reforce sua máscara,
reforce sua máscara e descubra o teu rosto,
teu rosto é uma máscara, que se adaptou,
se adaptou ao cotidiano e a ilusão,
todo dia é um reforço,
acredite que não é verdade e reforce,
cada qual com sua máscara,
cada qual e seus reforços, "suas mentiras",
aceite, você é uma máscara,
você é uma mentira
quinta-feira, 6 de janeiro de 2005
Oiça Lá Ó Senhor Vinho
Oiça lá ó senhor vinho,
vai responder-me, mas com franqueza:
porque é que tira toda a firmeza
a quem encontra no seu caminho?
Lá por beber um copinho a mais
até pessoas pacatas,
amigo vinho, em desalinho
vossa mercê faz andar de gatas!
É mau procedimento
e há intenção naquilo que faz.
Entra-se em desequilíbrio,
não há equilíbrio que seja capaz.
As leis da Física falham
e a vertical de qualquer lugar
oscila sem se deter
e deixa de ser perpendicular.
"Eu já fui", responde o vinho,
"A folha solta brincara ao vento,
fui raio de sol no firmamento
que trouxe a uva, doce carinho.
Ainda guardo o calor do sol
e assim eu até dou vida,
aumento o valor seja de quem for
na boa conta, peso e medida.
E só faço mal a quem
me julga ninguém
e faz pouco de mim.
Quem me trata como água
é ofensa, pago-a!
Eu cá sou assim."
Vossa mercê tem razão
e é ingratidão
falar mal do vinho.
E a provar o que digo
vamos, meu amigo,
a mais um copinho!
Para Vasco, direto de Lisboa para o coração Brasileiro de um reles poeta.
vai responder-me, mas com franqueza:
porque é que tira toda a firmeza
a quem encontra no seu caminho?
Lá por beber um copinho a mais
até pessoas pacatas,
amigo vinho, em desalinho
vossa mercê faz andar de gatas!
É mau procedimento
e há intenção naquilo que faz.
Entra-se em desequilíbrio,
não há equilíbrio que seja capaz.
As leis da Física falham
e a vertical de qualquer lugar
oscila sem se deter
e deixa de ser perpendicular.
"Eu já fui", responde o vinho,
"A folha solta brincara ao vento,
fui raio de sol no firmamento
que trouxe a uva, doce carinho.
Ainda guardo o calor do sol
e assim eu até dou vida,
aumento o valor seja de quem for
na boa conta, peso e medida.
E só faço mal a quem
me julga ninguém
e faz pouco de mim.
Quem me trata como água
é ofensa, pago-a!
Eu cá sou assim."
Vossa mercê tem razão
e é ingratidão
falar mal do vinho.
E a provar o que digo
vamos, meu amigo,
a mais um copinho!
Para Vasco, direto de Lisboa para o coração Brasileiro de um reles poeta.
quinta-feira, 29 de julho de 2004
Na prática Marketing é isso aqui:
1. Você vê um cara numa festa.
Você vai até ele e diz: "Eu sou muito boa de cama."
Isto é Marketing Direto.
2. Você está numa festa com um grupo de amigas e vê um cara.
Uma delas vai até ele e, apontando para você, ela diz: "Ela é fantástica na cama!".
Isto é Publicidade.
3. Você vê um cara numa festa.
Você vai até ele e consegue o seu telefone.
Você liga no dia seguinte e diz: "Oi! Eu sou ótima de cama!".
Isto é Telemarketing.
4. Você vê um cara numa festa.
Você se levanta, ajeita o vestido, vai até ele e diz: "Com licença." E ajeita a gravata dele, roçando de leve no seu braço e conclui: "A propósito, eu sou muito boa de cama".
Isto é Relações Públicas.
5. Você está numa festa.
Um cara se aproxima de você e diz: "Me disseram que você é maravilhosa na cama."
Isto é Reconhecimento de Marca.
6. Você está numa festa e vê um cara.
Você o convence a ir para cama com sua melhor amiga.
Isto é Representação de Vendas.
7. Sua amiga não o satisfaz e ele liga para você.
Isto é Suporte Técnico.
8. Você está indo a uma festa quando se dá conta de que poderia haver um monte de caras em cada uma das casas pelas quais você está passando.
Você então sai do carro, e do meio da rua grita bem alto:
"EU SOU FANTÁSTICA NA CAMA!".
Não faça isso: Isto é Spam.
Máscara
Diga quem você é
Me diga
Me fale sobre a sua estrada
Me conte sobre a sua vida
Tira a máscara que cobre o seu rosto
Se mostre e eu descubro se eu gosto
Do seu verdadeiro jeito de ser
Ninguém merece ser só mais um bonitinho
Nem transparecer consciente, inconseqüente
Sem se preocupar em ser adulto ou criança
O importante é ser você
Mesmo que seja estranho
Seja você
Mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarro
Mesmo que seja estranho
Seja você
Mesmo que seja...
Meu cabelo não é igual a sua roupa
Não é igual ao meu tamanho
Não é igual ao seu caráter
Não é igual
Can I had enough of it
But I don´t care
I had enough of it
But I don´t care
I had enough of it
But I don´t careI had enough
But I don´t care
E o importante é ser você
Mesmo que seja estranho
Seja você
Memo que seja bizarro, bizarro, bizarro...
Me diga
Me fale sobre a sua estrada
Me conte sobre a sua vida
Tira a máscara que cobre o seu rosto
Se mostre e eu descubro se eu gosto
Do seu verdadeiro jeito de ser
Ninguém merece ser só mais um bonitinho
Nem transparecer consciente, inconseqüente
Sem se preocupar em ser adulto ou criança
O importante é ser você
Mesmo que seja estranho
Seja você
Mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarro
Mesmo que seja estranho
Seja você
Mesmo que seja...
Meu cabelo não é igual a sua roupa
Não é igual ao meu tamanho
Não é igual ao seu caráter
Não é igual
Can I had enough of it
But I don´t care
I had enough of it
But I don´t care
I had enough of it
But I don´t careI had enough
But I don´t care
E o importante é ser você
Mesmo que seja estranho
Seja você
Memo que seja bizarro, bizarro, bizarro...
Hoje é engraçado. Antes era um pavor

Por Mário André Monteiro
Não adianta: todo mundo tem ou já teve um trauma de infância. Nem que seja um traumazinho, daqueles que você nem precisa ir à terapia para tratar as sequelas.
Entre estes mais lights, estão as historinhas que apavoraram praticamente toda uma geração e que têm três fontes principais: as lendas urbanas (aquela que seu amigo jurou que aconteceu com o amigo do amigo dele e você ficou sem dormir três dias de medo), a TV (quem tem o palhaço Bozo, Papai Papudo, Vovó Mafalda, Fofão e Cuca como entretenimento infantil, e não precisa de mais nada para ficar traumatizado) e a própria família (porque sempre vai ter um tio que conta histórias escabrozas ou uma avó que fala que alguém vai vir do inferno puxar seu pé se você brincar com fogo). Como tudo isso é tão comum quanto engraçado (hoje em dia, claro) vale fazer uma pequena enquete de traumas.
Olha nossos parentes aí...
“Eu ficava brincando até tarde na rua, e nunca queria voltar para casa. Aí minha vó falava que se eu não entrasse o homem da capa preta vinha me pegar”. A estudante Taís Mariane Ramos passou por noites horríveis e intermináveis quando criança, imaginando o homem da capa preta vindo atrás dela. E o pior é que a tática da sua vó dava certo, porque ela sempre entrava morrendo de medo. As suas amigas também eram vítimas dessa história.
Palhaços assassinos?
O palahaço, que em tese é uma figura para animar a garotada, desperta, não se sabe por que, um verdadeiro terror em muitas crianças. Beatriz Ribeiro tenta explicar, em seu caso, o porquê desse assombro: “Eu odiava palhaços. Simplesmente eles me passavam a imagem mais deprimente do que um ser humano poderia atingir. Eu achava que, se alguém não desse certo na vida, acabaria virando palhaço”.
É um tanto quanto engraçado esse sentimento mórbido com relação aos palhaços, que foram criados para animar e entreter as crianças, mas que acabaram virando sinônimo de terror. Muitos filmes, inclusive, transformaram a figura do palhaço em um monstro aniquilador. Um dos mais famosos é o palhaço IT.
“Provavelmente, aquelas crianças que riam deles, seriam comidas no jantar, ou degoladas dentro do armário. Por isso eu nunca ria, nem chegava muito perto de um palhaço”, completa Beatriz.

A vovó que não tinha nada de vovó
Quando você vê uma coisa e descobre que essa coisa não é nada daquilo que você imaginava, causa uma tremenda confusão, certo? Imaginem só para uma pequena criança. “Essa história de descobrir que a Vovó Mafalda era homem é terrível, e para mim ainda mais, porque eu descobri ao vivo”, conta Felipe Godói, que não acreditou quando ficou sabendo que a simpática Vovó Mafalda era, na verdade, um homem.
“Eu e meu irmão gêmeo estávamos em um aeroporto com meus pais, quando eles apontaram para um cara e disseram: ‘olha lá, vocês conhecem aquele senhor’. Eu nunca tinha visto mais gordo. Meus pais nos levaram até lá, começaram a conversar com o cara e de repente ele fez a voz da Vovó Mafalda! Que susto! Foi uma imensa surpresa, traumática, aliás. Nunca esqueci”.
Traumas estranhos. Será?
O que representa um caminhão de lixo para você? Trabalho árduo, pesado e honesto. Os lixeiros suam suas camisas para deixar nossa cidade sempre limpinha. Mas nem todos tinham essa visão. Ainda no auge dos seus 5 anos de idade, Théo Corelli simplesmente tremia nas bases quando o caminhão de lixo se aproximava.
“Os caras eram sinistros, de luva, correndo pra lá e pra cá, carregando saco preto. Eu achava que eles levavam criancinhas dentro dos sacos”. E para piorar a situação traumática, um vizinho de Théo pegou ele e ameaçou jogá-lo dentro do caminhão. Ô coitado.
E quando você descobre o que não devia? Ou o que não poderia (pelo menos naquele momento)?
Ricardo Freitas, vulgo Macarrão, quase bombou em estudos sociais uma vez na escola, porque pintou os estados brasileiros com cores nada a ver, diferentes das pedidas pela professora. “Era para usar tipo azul, e usei roxo, verde escuro, e usei marrom, rosa, e usei cinza, vermelho, e usei laranja, amarelo, e usei verde claro. E assim vai”, conclui Macarrão. Foi aí que o coitado descobriu que era daltônico. E bota trauma nisso.
Coca-Cola com ossos
“Uma das lendas urbanas recorrentes da minha infância era a de que alguém, em algum lugar, tinha encontrado em sua garrafa de Coca-Cola os ossos de um operário, morto porque caiu no suposto caldeirão de preparo”. Esse foi o grande pesadelo que assombrava a cabeça de Paulo Migliacci.
E ele completa: “O trauma era duplo, porque de um lado o medão de achar ossos na garrafa de Coca-Cola, e de outro a compulsão de contrariar as ordens maternas e comprar Coca, segurando a garrafa contra a luz à procura de traços de ossos. E aí beber assim mesmo”.
Traumas em comum
Entre os traumas típicos, vale fazer uma epquena retrospectiva:
- A música do plantão da Rede Globo. Realmente é assustadora;
- Engasgar com a bala Soft e achar que vai morrer;
- Achar que dentro do boneco do Fofão havia uma faca ensangüentada e uma série de artefatos de magia negra, e que ele tinha pacto com o diabo;
- A aterrorizante Loira do Banheiro;
- Descobrir que o Papai Noel é seu tio ou seu pai;
- Aquela voz sinistra que dizia, no final do programa do Sílvio Santos: "e um dia poderemos nos encontrar, e eu te chamarei de meu filho”, com a imagem de Cristo;
- Nunca ter visto a cara da Babá dos Muppets Babies;
- Esperar toda a vida pelo último episódio de Caverna do Dragão e descobrir que ele não existe.
quarta-feira, 28 de julho de 2004
POEMA EM LINHA RETA
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Álvaro de Campos
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Álvaro de Campos
quinta-feira, 1 de julho de 2004
Eternamente responsável?
- Les hommes ont oublié cette vérité, dit le renard. Mais tu ne dois pas l'oublier. Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu apprivoisé. Tu es responsable de ta rose...
- Je suis responsable de ma rose... répéta le petit prince, afin de se souvenir.
- Je suis responsable de ma rose... répéta le petit prince, afin de se souvenir.
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