Quem procura acha...

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Bonecos ...

Sabe aqueles seus bonecos de infancia?


Aqueles que você não vê há muitos anos?


Péssimas notícias ...


Eles estão conosco ...



### O Frango Robô ###

### Adult Swim ###

Sexta, Sábado e Domingo

23:30

No Cartoon Network

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Videoblog no Youtube

Agora tenho o meu próprio canal no Youtube, Ói que chique mãe!

Lá separei vários videos bacanas e em breve vou postar muitos outros de trabalhos meus ... o endereço é : http://br.youtube.com/raphaelmartinsdf

Acessa lá e confira os vários colapsos nervosos e surtos psicóticos que já tive nos palcos do Rio, Brasília e agora São Paulo ... ah, dizem que vai ter também participações minhas na TV ... quem disse? As vozes dizem ...



Ulha, espia só o Raphael roxo!

sexta-feira, 15 de junho de 2007

DENÚNCIA :

São Paulo - Que há uma onda de violência contra as agências bancárias não há dúvidas. Mas enquanto os bancos e o governo estadual discutem de quem é a responsabilidade, bancários e clientes correm risco de vida. A menina Priscila Aprígio está paraplégica, o vigilante Daniel Gomes morreu. Os dois são símbolos da insegurança que assola as agências bancárias e que no último dia 4 de junho atingiu também o engenheiro Carlos Augusto Abreu de Freitas, após uma tentativa de assalto.

Mas será que falta dinheiro aos banqueiros para investir em segurança? Não, não falta. Os 11 maiores bancos do país lucraram, somente no ano passado, quase R$ 26 bilhões. Mas milhares de agências não contam sequer com portas de segurança
que, apesar de incômodas, porque às vezes barram e chateiam os clientes, dificultam a ação dos assaltantes. Para piorar a situação, muitas agências não têm circuito interno de TV, outro item fundamental que afasta os bandidos, já que facilita a identificação dos marginais. Agora, graças à exigência dos sindicatos de trabalhadores, as empresas de segurança são obrigadas por lei a fornecer colete à prova de balas para seus vigilantes.


Mais que números - Assim, por culpa dos donos de bancos, que não se preocupam com a segurança dos seus clientes nem de seus funcionários, ir a uma agência bancária em São Paulo está se tornando a cada dia um risco maior. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) o número de assaltos a bancos entre 2004 e 2006 subiu de 487 para 1.053, um crescimento de 116%. Esse dado, no entanto, pode ser ainda maior já que, muitas vezes, os bancos sequer registram a ocorrência de assalto. A SSP, órgão do governo estadual, foi obrigado a rever seus números, que registravam menos da metade dos dados divulgados pela própria federação dos bancos e pela Polícia Civil. “Os bancos, por sua vez, não notificam assaltos para não chamar a atenção da mídia para o faroeste que se tomou conta das agências bancárias em São Paulo”, denuncia o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino.

Rio de Janeiro - Por incrível que pareça, a cidade do Rio de Janeiro, assolada há tempos pela violência do tráfico de drogas, registra menos assaltos a agências bancárias que a Grande São Paulo. A razão para isso é simples: praticamente todas as agências da cidade contam com portas de segurança já na calçada, que protegem inclusive os caixas eletrônicos. Em São Paulo não pode ser diferente.

EXTRAÍDO DO JORAL DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS : http://www.spbancarios.com.br/noticia.asp?c=5129

Isso tudo me faz lembrar aquela famosa frase : Pra quê facilitar se a gente pode complicar ...

Infelizmente existe aquela postura autoconfiante que a desgraça do vizinho não vai acontecer com ele. Não sei se é cultural, se é arrogância ou simples burrice!

O que importa é que o brasilieiro tem sim essa postura. Não usa cinto de segurança, não usa camisinha, acelera na chuva, dirige bêbado... enfim, faz tudo o que lhe pedem para não fazer, incluindo ir contra o bem público e critica medidas de segurança e ordem pública como as portas giratórias nos bancos.

A constante intransigência do "Ah, deixa pra lá" é uma máxima brasileira. Quando você fala : "Ei, é perigoso! Não faça isso", já ouve um "Até parece!" ...

Daí quando acontece um caso como esse, comenta : "Ah, coitado" ... e continua fazendo tudo errado ao invés de aprender com o erro. Acho que é isso, uma despreocupação, um descompromisso com a vida que faz com que as pessoas não dêem valor a ela. Ou simplesmente uma incapacidade de aprender!

Por mais que existam as grandes metrópoles, por mais que as cidades cresçam, a cultura brasileira ainda é interiorana, ainda é baseada na cultura campestre.

Temos o exemplo recente do rapaz que roubou uma ambulância para levar a esposa para o hospital. O motorista da ambulância se recusou a levar a esposa do rapaz ao hospital, o rapaz então resolveu roubar a ambulância... o motorista chamou a polícia, mas não explicou o motivo do roubo! A polícia parou o cidadão, como se o cara fosse um bandido qualquer! Na delegacia quando o rapaz finalmente explicou a situação, o próprio prefeito se revoltou com a situação... mas é assim, até ouvirem a verdade, agem como se todos fossem culpados, quando no Brasil existe uma coisa chamada princípio da inocência, como disse o nosso amigo acima.

Quer dizer, a pessoa precisa passar por tudo isso para conseguir ir para o hospital em uma emergência! Um direito! Cadê esse motorista filho da mãe que não quis cumprir seu dever?

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Raíses ...

Rancho típico do Minho, Portugal, em atuação no areal de Ponte de Lima ...

Cá em cima tem um tiroliroliro...
cá em baixo tem um tirolirolairo ...

Ora Pois!

domingo, 10 de junho de 2007

A noite em que fizemos contato ...

A noite oficial dos OVNIS no Brasil

No dia 19 de maio de 1986, cerca de 21 UFOs invadiram os céus brasileiros, tumultuando e interrompendo o tráfego aéreo de alguns locais do país. Várias estações de radares - incluindo aeroportos e o Cindacta, em Brasília (DF) - captaram os objetos. Diante da gravidade da situação, três caças Mirage e dois caças F-5E decolaram para a operação de interceptação dos possíveis UFOs.

Veja o vídeo com a reportagem do Fantástico de 1986 :



De acordo com as pesquisas realizadas na época pelo Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (INFA), muitos detalhes não divulgados puderam ser conhecidos: os UFOs se movimentavam em altas velocidades, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundos, mudavam constantemente de cor e de trajetória – faziam curvas em ângulos retos, de 90°, em altíssimas velocidades – subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam em outro lugar. O caça F-5E, que era seguido por 13 UFOs, fez um "looping", objetivando ficar de frente com dos artefatos, mas eles também fizeram um "looping" para trás do avião, frustrando a intenção do piloto com a manobra. Houve também comentários entre os oficiais que diziam que um objeto veio em alta velocidade e, repentinamente, parou, de forma que ficou em rota de colisão eminente com um dos aviões e deixando o piloto completamente apavorado. Mas, logo em seguida, o artefato disparou em alta velocidade, saindo da rota de colisão iminente.

A gravidade da situação foi tamanha, que obrigou o próprio Ministro da Aeronáutica na época, o então Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, a se pronunciar na imprensa, organizando inclusive uma coletiva onde os próprios pilotos ficaram disponíveis para dar entrevistas. Um fato histórico para a Ufologia brasileira: pela primeira vez, oficialmente, era admitido publicamente que vários UFOs invadiram o espaço aéreo do Brasil.


Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, então ministro da Aeronáutica:
– "Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica".
– "Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos".
– "Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre".
– "A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil".
– "É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros".

Coronel Ozires Silva, então presidente da Petrobrás:

– "Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área".
– "Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso".
– "Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade".
– "As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta".
– "Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada".
– "Está registrado em fitas pelo radar".
– "Não consegui identificar nada".

O Coronel Ozires Silva, posteriormente, escreveu o livro "Decolagem de um Sonho", na qual conta toda sua incrível trajetória aeronáutica, entre os quais a transformação da EMBRAER numa empresa altamente competitiva internacionalmente. Em seu livro, Ozires descreve o que viu na noite de 19 de maio de 1986. Para ver o testemunho de Ozires Silva, que ele registrou em seu livro, clique com seu mouse em DISCOS VOADORES EXISTEM? – este texto está no último capítulo de seu livro. O Coronel Ozires Silva ocupou vários cargos de destaque no Brasil, entre eles: presidência da EMBRAER, presidência da Petrobrás, Ministro da Infraestrutura no governo Collor e a presidência da VARIG.

Comandante Alcir Pereira da Silva, co-piloto
do avião Xingu PT-MBZ


01 – "Vimos luzes laranjas-avermelhadas" (O comandante foi o primeiro a ver as luzes).
02 – "Parecia uma estrela bem iluminada".
03 – "Informamos a torre de São José dos Campos que iríamos perseguir o objeto".
04 – "A única prova que temos é o registro deles no radar de nossa aeronave".
05 – "A luz desapareceu como se tivesse apagado instantaneamente".
06 – "Foi uma experiência incrível".
07 – "Eles voavam em grande velocidade".

Major-aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro
de Operação de Defesa Aérea (CODA)


01 – "Não temos condições técnicas operacionais para explicar".
02 – "O aparecimento e desaparecimento desses objetos nas telas dos radares são inexplicáveis".
03 – "São Movimentos Aéreos Não-Identificados (MANI)".
04 – "As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores, entre controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudadas para posteriores conclusões".
05 – "Os instrumentos técnicos usados para a identificação das luzes tiveram problemas para registrá-las".
06 – "O CODA acionou dois F-5E e três Mirages para identificarem os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo".
07 – "Fato semelhante aconteceu há 4 anos" (Caso Brito).
08 – "As luzes se movimentavam a uma velocidade entre 250 a 1.500 Km/h".
09 – "A Aeronáutica não dá o caso por encerrado".

Tenente Francisco Hugo N. Freitas,
Controle de Operações


01 – "Os objetos foram detectados pelos radares de Santa Cruz, Congonhas, Anápolis e Brasília".
02 – "Os radares detectaram 21 ecos no total".
03 – "Durante alguns instantes, o F-5E foi perseguido por 13 objetos".
04 – "O objeto deslocava da esquerda para a direita, parou e começou a deslocar-se no sentido oposto ao da aeronave".

Tenente-aviador Kleber Caldas Marinho, piloto
do primeiro F-5E a levantar vôo


01 – "Tive um contato visual e um contato com o meu radar de bordo de algo que parecia um ponto de luz, o qual estava distante 12 milhas à minha frente, distância esta também confirmada pelo radar de solo" (Sofreu interferências nos seus instrumentos de bordo).
02 – "O objeto se deslocava da esquerda para a direita, depois começou a subir".
03 – "O objeto variava de cor: verde, vermelha e branca. Predominava a cor branca".
04 – "O objeto estava a 10 km de altura e na velocidade acima de 1.000 km/h".
05 – "Segui até as 200 milhas sobre o oceano Atlântico" (Não conseguiu aproximar-se e nem identificar o objeto).
06 – "Não tive medo porque eu gosto do desconhecido".


Capitão-aviador Márcio Brisola Jordão, piloto
do segundo F-5E a levantar vôo

01 – "Próximo a São José dos Campos, o radar detectou vários contatos, dez a treze pontos, a vinte milhas de distância".
02 – "O céu estava limpo, mas eu não via nada".
03 – "O radar de solo foi informado a aproximação dos objetos: 20 milhas, 15, 10, 5, de repente havia 13 objetos atrás de minha aeronave, a 2 milhas de distância, seis de um lado e sete do outro, durante vários minutos. Após manobrar a aeronave, os objetos haviam desaparecido".
04 – "Não vi forma, não vi velocidade, não vi variação de altura e não mudou de cor".
05 – "Voou durante 01:20 hora".
06 – "Não tive medo porque não via nada me ameaçando".

Deve-se ressaltar que os pilotos de Mirage e F-5E são considerados os melhores do Brasil, pois fazem inúmeros cursos de especialização e jamais iriam confundir meteoros com OVNIs. Quando lemos o currículo dos pilotos que levantaram vôo naquela noite de 19 de maio, temos uma boa idéia da sua experiência profissional: 900 missões, 2.000 horas de vôo, e assim por diante. Aliás, só uma a cada quinhentas pessoas consegue tornar-se um piloto de caça da FAB.

Os aeronautas da aviação comercial do aeroporto de Cumbica, São Paulo, negaram-se a comentar o fato. A abordagem do tema OVNI pode representar muitos problemas para o profissional de aviação; temem represálias por parte da empresa.

O coronel Adalberto Resende Rocha, chefe do Centro de Relações Públicas do Gabinete do ministro da Aeronáutica, não permitiu que certas perguntas fossem respondidas, tais como autonomia e armamento das aeronaves, alegando serem de caráter sigiloso.

21 anos depois... e ainda sem respostas... e você? Acredita?

quarta-feira, 6 de junho de 2007

O que prometeram foi cumprido?

Repasso e se pudesse eu mesmo faria chegar à cada computador instalado
neste planeta, este manifesto. Pueril por ter sido lido (escrito) por
crianças, mas com uma força verbal de fazer ruborizar adultos
irresponsáveis.

Este merece TODA divulgação. Pena que só se tome conhecimento disso
pela ferramenta popular do Youtube e não pelos telejornais.



A jovem Severn Suzuki falando na Eco 92, Rio de Janeiro, Brasil

terça-feira, 5 de junho de 2007

H.P. Lovecraft e o Livro Maldito

H.P. Lovecraft foi um dos maiores escritores do gênero terror e fantástico de todos os tempos. Ainda hoje, quase um século depois de sua prematura morte, tem em figuras como Stephen King e Clive Barker seus admiradores.



Lovecraft nasceu e viveu quase toda sua vida em Providence, R.I. Teve uma vida simples do ponto de vista econômico, e de poucos amigos. Mas de uma correspondência espantosa, ao qual manifestava sua vida social contida. Ao longo destas correspondência e de seus escritos criou um conjunto de histórias ao qual foi denominada "Mitos de Cthulhu", parte mais significativa de sua obra. Um conjunto de narrativas fantásticas sobre terror e ficção científica que virou um grande mitologia. Além de Lovecraft, muitos outros autores se juntaram a ele, nomes como Robert E. Howard, Frank Belknap Long, Robert Block, Clark Ashton Smith e outros; formando um círculo o "Círculo de Lovecraft".



Embora admirado por escritores famosos da época e outros amadores; em vida não teve nenhum livro de capa dura publicado, apenas ensaios e contos curtos em revistas populares da época como a "Wreid Tales" - que posteriormente viria a ser muito reconhecida. Apenas alguns anos depois de sua morte, August Derleth e Donald Wandrei, amigos e admiradores de seu talento criaram uma editora, a "Arkham House" que começou a popularizar o autor. Mas sua grande popularidade só viria em meados da década de oitenta com RPG "Call of Cthulhu", baseado em uma de suas obras.

A História do Necronomicon - autoria H.P. Lovecraft



O título original era Al-Azif, azif era a palavra utilizada pelos árabes para designar o som noturno (produzido pelos insetos) que, se supunha, ser o uivo dos demônios. Escrito por Abdul Alhazared, um poeta louco de Sanná, no Yemen, que se supõem ter florescido durante o período dos califas Ommiade, perto de 700 A.C. Ele visitou as ruínas da Babilônia e os subterrâneos secretos de Memphis, e passou dez anos sozinho no grande deserto do sul da Arábia - o Roba El Khaliyeh ou "Espaço Vazio" dos antigos – o deserto "Dahna" ou "Crimson" dos árabes modernos, que se supõem habitado por espíritos malignos e monstros da morte. Deste deserto coisas estranhas e inacreditavelmente maravilhosas dizem esses que pretenderam penetrá-lo. Em seus últimos anos de vida Alhazred permaneceu em Damasco onde escreveu o Necronomicon (Al-Azif) e de sua morte final ou desaparecimento (738 A.C.) se cotam muitas coisas terríveis e contraditórias.



Ele é mencionado por Ebn Khallikan (biografo do século XII) conta que foi pego por um monstro invisível em plena luz do dia e devorado horrivelmente em presença de um grande número de testemunhas aterrorizadas. De sua loucura muitas coisas são ditas. Ele pretendia ter visitado a fabulosa Irem, ou Cidade dos Pilares, e haver encontrado abaixo das ruínas uma inominável cidade deserta os anais secretos de uma raça mais antiga que a humanidade. Ele era apenas um muçulmano não praticante, adorava entidades desconhecidas que ele chamava Yog-Sothoth e Cthulhu.

Em 950 A.C. o Azif, que havia circulado em secreto entre os filósofos da época, foi secretamente traduzido para o grego por Theodorus Philetas de Constantinopla com o título de Necronomicon. Durante um século e devido a sua influência provocou acontecimentos horríveis, até que foi proibido e queimado pelo patriarca Miguel. Desde então não temos mais que vagas referências do livro, mas (1228) Olaus Wormius encontra uma tradução latina posterior a Idade Média, e o texto em Latim foi impresso duas vezes – uma no século XV em letras góticas (evidentemente na Alemanha) e outrora no século XVII (provavelmente Espanha) ambas as edições existiam sem marca de identificação, e haviam sido datadas só por evidencia tipográfica. A obra (tanto latina quanto grega) foi proibida pelo Papa Gregório IX em 1232, pouco depois que sua tradução latina, fosse um poderoso foco de atenção.



O árabe original se perdeu na época de Wormius, tal como indicado no seu prefácio e nunca se viu a cópia grega (que foi impressa na Itália entre 1500 e 1550) desde que se incendiou a biblioteca de um colecionador particular de Salem em 1692. A tradução feita pelo dr. Dee nunca foi impressa, e existe apenas um fragmento recuperado do manuscrito original. Dos textos latinos agora existe um (século XV) está guardado no Museu Britânico, enquanto outra cópia (século XVII) está na Biblioteca Nacional de Paris. Uma edição do século XVII está na Widener Library em Harvard, e na Biblioteca da Universidade de Miskatonic em Arkham.



Além disto na Biblioteca da Universidade de Buenos Aires. Numerosas outras cópias provavelmente existem em segredo, e uma do século XV existe um rumor persistente que forma parte da coleção de um célebre milionário norte americano. Um rumor ainda vago acredita numa cópia do século XVI. O texto grego na família de Pickman em Salem; mas se isto foi assim preservado, isto desapareceu com o artista R.U. Pickman, que desapareceu cedo em 1926. O livro é severamente proibido pelas autoridades da maioria dos países, e por todo os ramos de organizações eclesiásticas. Sua leitura pode trazer terríveis conseqüências.

Cronologia

730 A.C Al Azif escrito em Damascus por Abdul Alhazred
950 A.C Traduzido para o grego como Necronomicon por Theodorus Philetas
1050 Queimado pelo Patriarca Miguel (i.e. texto grego) – Texto árabe é perdido.
1228 Olaus Wormius traduz do grego para o latim
1232... Edição latina (e grega). Proibida pelo Papa Gregório IX
14... Edição impressa em letras góticas (Alemanha)
15... Texto grego impresso na Itália.
16... Impressão hispânica do texto latino.

* * *