Quem procura acha...

sábado, 28 de julho de 2007

Coisas que você precisa apreciar! 1


Carlos Gardel - Por Una Cabeza - Clássico!



Carlos Gardel (Tacuarembó ou Toulouse, 11 de dezembro de 1890 — Medellín, 24 de junho de 1935) foi o mais famoso dos cantores de tango argentino, país ao qual chegou aos dois anos de idade.

Seu lugar de nascimento constitui uma questão controversa. Alguns sustentam que Gardel teria nascido no interior do Uruguai no departamente de Tacuarembó baseando-se em alguns documentos e matérias jornalísticas de época. Outros dizem que Gardel teria nascido na cidade francesa de Toulouse como Charles Romuald Gardès, filho de pai ignorado e de Berthe Gardès (1865-1943). Gardel era esquivo sobre o tema e quando indagado dizia: "Nasci em Buenos Aires aos dois anos e meio de idade".

Cantor e ator celebrado em toda a América Latina pela divulgação do tango. Inicia-se como cantor ainda jovem com o nome artístico de El Morocho, apresentando-se em cafés dos subúrbios da capital argentina. Sua primeira interpretação formal se dá no Teatro Nacional de Corrientes, no qual também se apresenta Don José Razzano, com quem forma uma parceria por vários anos. Pela sensualidade de sua voz, que se presta muito bem à interpretação da milonga – gênero precursor do tango – torna-se conhecido a partir de "Mi noche triste" 1917.

Gravou mais de novecentas canções, entre tangos, fox-trots, fados, pasodobles e músicas folclóricas, vendendo milhares de discos na América Latina e Europa. Entre suas interpretações mais famosas estão:

Mi noche triste (1917)
Desdén (1930)
Tomo y Obligo (1931)
Lejana Tierra Mía (1932)
Silencio (1932)
Amores de Estudiante (1933)
Golondrina (1933)
Melodía de Arrabal (1933)
Guitarra Guitarra Mía (1933)
Cuesta Abajo (1934)
Mi Buenos Aires Querido (1934)
Soledad (1934)
Volver (1934)
Por Una Cabeza (1935)
Sus Ojos se Cerraron (1935)
Volvió una Noche (1935)
El Día Que me Quieras (1935)


E tome cultura!

domingo, 15 de julho de 2007

Quem foi criança nos anos 80 se lembra disso ...

O bem vence o mal ...
espanta o temporal, o azul, o amarelo ...
tudo é muito belo ...



Agora só para não perder o costume das paródias ...

A seguir o trailer do filme que conta a estranha relação de Mentor e He-man ...

Estranha nada, porque sempre desconfiamos, mas ... enfim, divirtam-se !

FILMATION Apresenta :

Brokeback Snake Mountain

Em breve, no cinema maís próximo de você!

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Memórias Mal Feitas de uma mulher na depilação

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que
pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada??? Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?

- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava? Coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma
calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor.

De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.



Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali
estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.

Meu Deus, era O Albergue mesmo!

De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que
ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- ...é... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação ! ! !



E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.....

Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia
sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o SAMU. Tudo isso buscando me concentrar em minha
expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou.

A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me
fazer sofrer.

Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.

- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
"Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada.
Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem
minha ginecologista.

Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo.

O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até
alivia minha situação.

Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?

Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali.
Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa merda...

- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. "Baixe a calcinha...". Como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...Namorar??? Eu estava com sede de vingança.

Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei anti-depilação cavada.

Vou comprar o domínio :
www.preserveasbucetaspeludas.com.br

É.... Mulher sofre!!!

Tá com "Pobrema"?

Liga pro Zé Cosmo que ele "resorve"!

sábado, 7 de julho de 2007

Adivinha quem vem para roubar?

SABE AQUELE BEZERRO DE OURO QUE O POVO DE ISRAEL ADOROU ENQUANTO MOISÉS SUBIA AO MONTE SINAI?

POIS É... RORIZ COMPROU...

O pior é que, agora, o RENAN diz que foi ele quem vendeu...

E quem pagou fomos nós!



Um bezerro de “ouro”, adornado com cifrões, foi usado na manifestação simbólica realizada pelo PSOL no gramado em frente ao Congresso contra a corrupção e em defesa da cassação do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), e do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF). Renan e Roriz valeram-se de negócios bovinos para justificar a origem dos recursos e respondem a processo na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar do Senado por quebra de decoro.

Para comprovar que tinha dinheiro para pagar a pensão da jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha, o presidente do Congresso apresentou documentos pelos quais teria faturado R$ 1,9 milhão em negócios agropecuários. O senador do PMDB do Distrito Federal, flagrado em conversa telefônica discutindo a suposta partilha de R$ 2,2 milhões com o então presidente do BRB, Tarcísio de Moura, disse que se tratava de empréstimo de R$ 300 mil para a compra de uma novilha.

A escolha do bezerro de ouro, conforme os organizadores do ato, é uma forma de desagravo ao personagem mítico do folclore brasileiro. Visa também a angariar assinaturas ao abaixo-assinado que percorrerá o País pedindo a cassação dos de Renan e Roriz.



Brasília - Protesto do PSOL a favor da cassação dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Joaquim Roriz (PMDB-DF) em frente ao Congresso Nacional. Manifestantes levaram "bezerro de ouro", em referência ao gado comercializado pelos senadores Foto: José Cruz/ABr

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Respeito

Bom, levando em consideração que muita gente não sabe o que significa a palavra respeito ... vou postar aqui :

Respeito e também dignidade, entre seres humanos envolve o ganhar e o receber o respeito pessoal ou estima de outra pessoa. O filósofo Immanuel Kant assim como expressando um entendimento comum de civilização, incorpora o conceito de respeito. O respeito é uma das qualidades que temos para podermos nos relacionar com outras pessoas. Respeito é o direito de expressar-se sem que sofra algum tipo de repressão, castigo ou punição. É não fazer aquilo que não gostaríamos que fizessem conosco. O respeito é o apreço por si mesmo e pelos outros ,é consideração e apoio ao próximo , É COLOCAR-SE NO LUGAR DOS OUTROS.

FONTE : http://pt.wikipedia.org/wiki/Respeito

Respeito não é simplesmente abaixar a cabeça e aceitar calado ... quem nunca ouviu a famosa frase dos pais : "Menino, me respeita, eu sou o seu pai ... " mas nem eles sabem ao dizer isso o verdadeiro significado da palavra respeito. Não estou discutindo a semântica nem a etimologia, mas sim, o significado. Não sei o que acontece com as pessoas ! Parece que virou moda ser arrogante, estúpido, mal educado... e pra quem eu reclamo, me têm o despaltério de dizer : "É assim a vida"

Se é assim a vida, meus caros, declaro então extinta a convivência em sociedade. Me recuso a conviver com pessoas que diáriamente se pisam no metrô, se empurram nas calçadas, que espancam empregadas domésticas, que ateiam fogo em índios, que pisoteiam serventes de escola...

A culpa são desses pais irresponsáveis que deixam os demônios pestilentos fazerem o que querem. Viram isso, essa corja assassina e estúpida, gente sem escrúpulos que vai acabar com esse país que já tá uma desgraça! Ninguém mais ensina em casa as boas maneiras, as questões básicas do por favor e obrigado ... e se desculpam que não tem tempo ...

Tempo? Caríssimos, as famílias antigas tinham em média cinco, seis filhos, com esse bando de criança correndo pela casa, as mães tinham tempo de educar um por um. Vejo isso como sinônimo de sociedade falida. Me revolta a cada dia o noticiário. Já não quero mais assistir Jornal Nacional, é uma nova a cada momento! O que acontece gente?

Não é atoa que o planeta está se esvaindo. RESPEITO ... é uma palavra que pode ser empregada em todas as esferas. Política, social, ecológica, monetária e acima de tudo pessoal.

Como também exigir respeito de pessoas que nem ao menos se respeitam? Quem é que não fica se lamentando? Se depreciando? Se colocando pra baixo ou duvidando da própria capacidade? Quem não se sente um bosta? Inferior a todos?

Falta amor caríssimos, acima de tudo, amor próprio. Quando se ama, a pessoa se respeita, respeitando a si, se dando valor, passa a enxergar o valor que as pessoas têem. Valorizar é respeitar ... é simples assim.

Garanto que se esses jovens que cometem barbáries na rua se amassem, pensariam duas vezes antes de prejudicar as suas vidas e a dos outros. Por mais que a impunidade reine nesse país horroroso ( sim estou revoltado com esse samba do crioulo doido que virou nosso "Estado Laico" ) ficarão marcados para sempre, e chegará o momento na vida - que demore meio século, mas chegará - em que os próprios se questionarão se o que fizeram foi certo, e suas consciências doerão e finalmente sentirão a dor fétida de seus atos pútridos perante inocentes. O arrependimento vem, a consciência é implacável! Cedo ou tarde, o corvo do remorso comerá suas entranhas e do alto de seu poleiro sorrirá sem dentes e dirá : "Nunca mais ..."

Havia uma frase famosa durante a ditadura : "Brasil, ame-o ou deixe-o" ... a decepção é tanta que estou preparando o meu passaporte!